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29/08/2008

Centro da Cidade e Entrevista de Emprego

Hoje-Ontem (00:34h) fui à entrevista de emprego tentando conter a expectativa tão comum neste tipo de situação. Foi tudo bem, mas como não estou sozinha concorrendo à vaga, só me resta aguardar e torcer.
Aproveitando o assunto, sugiro um link muito interessante com diversas dicas sobre entrevista de emprego. Nunca é demais dar uma lida antes.
Claro que torço para esta oportunidade vire trabalho, mas mesmo que não eventualmente não dê, já senti um ânimo e tanto por ter ido até lá. Senti novamente aquela sensação de estar produzindo, de "estar na parada".
E acredito que isso é bom para sentir que estou "viva". Talvez precise mesmo ir mais ao Centro (mesmo demorando umas 2h para chegar).

Não consegui fazer transport porque saí cedo e quando cheguei já estava exausta. Confesso que não cheguei tão tarde em casa (19h). Mas para mim que não tenho passado o dia no Centro andando de um lado para outro (trocando a sandália - com e sem salto - antes e depois da entrevista para aguentar continuar andando, rs), foi um pouco cansativo, como o "exercício do dia". Cheguei e fui jantar, ver os emails (que eram muitos, principalmente os profissionais), ver novela e jornal. Só faltou estudar e me exercitar. Ambos são atualmente "meu calcanhar de aquiles". Enfatizei porque são agora, mas não continuarão sendo. :)
Almocei comida japonesa que adoro e acredito ser mais light.

Adoro ir ao Centro da Cidade para comprar umas coisas que só encontro lá, além de outras que são bem mais baratas. A foto é de uma blusinha do Flamengo que comprei para presentear a filhinha de uma amiga.

24/02/2008

Indecisão que gera ansiedade

Pois é, quem andou passando por aqui nestes últimos dias (ou últimas semanas) viu algumas mudanças no layout do blog. Completamente indecisa e com vontade de mudar, testei vários modelos do Blogger. Na verdade não cheguei a ficar satisfeita com nenhum dos que experimentei, com exceção do que usava antes e que estava todo personalizado com cores de minha preferência. Mas, apesar disso, queria mudar porque o fundo do texto não era branco e notei que por email algumas cores não ficavam legais.
Não sei se é excesso de zelo ou se é falta do que fazer. Sei que queria mudar e essa mudança com certeza não se resumia ao blog, ele era apenas a ponta do iceberg.
Em uma "auto-terapia" constatei que havia mudado o ano sem que eu tivesse mudado coisas que me incomodavam. Aí, deixei para depois do Carnaval, já que dizem que o ano só começa depois mesmo. Só que ainda assim não via mudanças.
Bem, nesse meio tempo criei outros blogs e fiquei brincando de me ocupar com eles, fugindo das mudanças reais que precisava fazer e das responsabilidades que precisava assumir.
Até agora só uma coisa verdadeiramente mudou: matriculei-me num curso preparatório para o concurso do TRT e as aulas começaram dia 18. Posso dizer que há uma semana estou me sentindo melhor. Ter ido às 3 aulas me fez muito bem.
A idéia de estar estagnada é péssima e causa muita ansiedade, que em mim provoca mais vontade de comer (talvez até para evitar pensar em coisas reais e que às vezes evitamos).
Ainda estou colocando em ordem a vida, as várias pendências que listei e que somam mais de 15. Mas estou mais animada agora, mais confiante de que MEU ano pode começar quando EU quiser. Sem desculpas de datas de calendário, as mudanças são pessoais e independem do que o resto do mundo faz de suas vidas. Preciso apenas mudar a minha, o que provavelmente refletirá em mudanças para outras vidas, mas este não é nem pode ser o foco.
Algumas metas que preciso cumprir:
  1. Voltar a controlar o peso, não evitando a balança.
  2. Fazer transport pelo menos 3 vezes por semana.
  3. Colocar a matéria das aulas em dia, evitando que se acumulem.
  4. Terminar (ou começar) as petições e distribuir as ações que precisam.
  5. Encarar que mesmo às vezes enjoada de advogar, por enquanto é aí que ganho dinheiro.
  6. Marcar médicos de todos os tipos (já que não vou a um há quase 2 anos, exceto o destista que tenho ido). Mudei de plano de saúde e nunca usei, nem para fazer um exame de sangue.
  7. Listar minhas despesas habituais para controlar meu dinheiro e cobrar os que me devem de forma mais direta (primeiro preciso atualizar as contas, é aí que me enrolo).
  8. Responder alguns emails (e recados) pendentes que tenho "esquecido".
  9. Fazer backup das muitas fotos que tenho no computador. Aproveitar e fazer também dos MP3.
  10. Atualizar meu site com a mudança para Joomla.
  11. Cortar o cabelo (coisa que não faço desde julho de 2006).

Aproveitei agora para "jogar carta" lá no site Personare. Eis que a "resposta" do dia tem tudo a ver com o que havia escrito antes. Segue o texto:

Reciclando-se
O 8 de Ouros emerge do Tarot como arcano conselheiro para este momento de sua vida, Roberta, sugerindo ser este um momento mais do que adequado para que você identifique as partes da sua vida que porventura entraram em estagnação. É chegada a hora de romper com esta estagnação, descobrindo no mais profundo da própria alma uma série de recursos que lhe permitirão viver a vida com muito mais prazer. É provável que você, por puro hobby, comece uma nova atividade e que isso lhe disponha novamente a um desejo de viver com mais intensidade. Você também poderia pensar em conhecer novos lugares e se abrir à amizade com novas pessoas. Esta renovação, ainda que seja profissional ou estudantil, termina afetando positivamente outras áreas mais abstratas da sua vida, como a espiritual e principalmente a afetiva.
Conselho: Invente, faça diferente!

11/02/2008

O que faz os outros nos enxergarem de uma forma e não de outra?

Encontrei esta frase da Marília Gabriela e achei muito apropriada para pensarmos no que nos faz ser quem somos, ou em como os outros nos vêem. Já pensaram nisso?
Às vezes fico surpresa com alguns comentários que demonstram como as pessoas podem ser superficiais aos nos julgarem. Também podemos ter nossa parcela de culpa, dependendo do que mostramos aos outros.
Já notei que várias pessoas ao meu redor têm a tendência de se valorizar (o que é ótimo!), mas às vezes valorizam demais o que fazem, beirando a falsidade. Sabe aquela pessoa que diz que trabalha demais, que tem várias reuniões, que está muito ocupada para fazer isto ou aquilo? Ou aquela que quer mostrar o quanto os outros dependem dela? Ou ainda que dizem fazer exercícios em maior número do que realmente fazem? As possibilidades são infinitas...
Fico na dúvida se ser sincera demais não me prejudica. Quando alguém me pergunta algo não necessariamente quer saber, ou se quer, pode ser para se sentir melhor por eu estar igual ou pior. É real, existem pessoas assim, e às vezes até nós podemos nos flagrar agindo de tal forma.
Aqui (e no meu diário) é um lugar onde posso dizer o que sinto sem preocupação em como irão me julgar. Não porque a opinião de vocês seja indiferente, mas porque acredito realmente na rede que se forma entre as pessoas através de blogs afins. Essa foi uma das descobertas mais gostosas dos últimos meses.
Saber como estão é muito gostoso. Acompanhar a evolução, as conquistas e dificuldades, é algo enriquecedor e me deixa à vontade de falar sobre mim e meus sentimentos.
Enquanto vou escrevendo aqui, vou me julgando, enxergando algumas falhas, notando como arrumo desculpas ou evito até determinado assunto para fingir que não me incomoda, que não existe.
Por exemplo, um assunto que tem me perturbado é trabalho/dinheiro/estudo/inércia. Depende, antes de tudo de mim, e no entanto fico sempre evitando-o. Estou buscando a resposta. Será auto-boicote?
Comprei um livro para me ajudar nisso e em tudo o que procrastino: "Não deixe para depois o que você pode fazer agora", de Rita Emmet.
Aproveitei para criar um outro blog sobre o assunto. Quem se interessar e quiser trocar idéia será muito bem-vindo no Blog Protelar? Jamais!!!
Beijos a todos

11/01/2008

Sol, férias, cerveja e quilos extras

Pois é, o ano novo já chegou e os planos continuam sendo planos. Tenho aproveitado estes dias para colocar em dia a leitura de livros e revistas, além de curtir o sol (sempre com protetor solar). Estou bronzeada e me sentindo bem em me ver no espelho.
Mas junto com este clima de férias veio 1,5kg. Primeiro achei que era pouquinho, que estava "naqueles dias". Só que já não tenho mais desculpas. Já passou a fase rubra (rs) e o peso permaneceu. Tenho que reconhecer aqui o que estou fazendo ou deixando de fazer. Perdi as contas de quando foi a última vez que me exercitei. Andei bebendo cerveja e comendo brigadeiro, além de outras besteirinhas "básicas". Parece que tudo veio para na minha barriga que de tanto que fiquei achando estar inchada me ferrei. Tomei ontem um laxante (46) só que como estava comendo pouco e mal não tinha mesmo quase o que sair (eca!). Resultado: senti cólica, calafrio e precisei voltar mais cedo do jantar onde fui encontrar amigos. Que mico!!!
Ah, sobre a barriga tenho uma boa notícia: estou pegando sol de biquini (na intimidade, rs) e ela já não está branca, apesar de não estar bronzeada como o resto do corpo. Minhas pernas ficaram bem melhores com um colorido de sol. Elas são grossas e ficam mais suave. Estou adorando!!! ;-)

Ainda não fiz uma lista de resoluções. Será que ainda vale? Vocês fizeram?

Quero escrever no meu diário sobre umas reportagens que andei lendo e que me fizeram pensar na vida, nos meus erros e na minha covardia para mudar e lutar.
Depois escrevo aqui sobre o que se trata para não deixar ninguém no ar.

Preciso me organizar, inclusive para trabalhar. Tenho petições para fazer e poucos novos processos para iniciar. Sei lá porque enrolo tanto. Passei todos estes dias me sentindo de férias mesmo. Não estudei nem trabalhei (trabalho por conta própria). Aqui em casa está todo mundo ficando preocupado comigo. Falam (e com razão) que preciso me posicionar: ou volto a meter a cara nos estudos ou vou à luta na busca de emprego. O dinheiro que tenho guardado está sendo gasto e pouco tem entrado.
Acho que este é um dos meus medos. Resolver a questão financeira me deixa sem desculpas. Antes era o fato de estar gorda. Agora estou emagrecendo (na metade do caminho, só que mais confiante e feliz; o que não acontecia antes).
E se não conseguir o que achei que era capaz? Se ficar tentando concursos e não passar? Se procurar emprego e só encontrar aquela escravidão que tanto combati?
Será medo de crescer, de encarar as fraquezas, de ser realmente independente (hoje pago as contas mas não poderia bancar uma casa sozinha)?

Nossa! Como a gente escreve no blog, como a gente se sente a vontade. :) Beijo grande.
Ps. Vou continuar visitando os blogs para saber como estão e deixar meus comentários. Mas peço desculpas desde já se estou um pouco ausente.

Quilos realmente mortais

Não sei porque, mas depois que descobri o programa Quilos Mortais, passei a assistir praticamente todos. Adoro saber mais sobre os riscos, ...